Opinión

Justiça, novamente

[Nemésio Barxa]

No anterior editorial da minha responsabilidade e deste mesmo título defendia o respeito que nos merecem, como tais, os poderes públicos e criticava a desqualificação do TC por parte de uma congressista do PP, pois pôr em dúvida as próprias instituições é suster a desconfiança do cidadão; vencelhado ao desprecio que o próprio PP tem polas instituições solicitando que a renovação do Poder Judicial se realize por intermédio do Parlamento Europeu ou submeter diretamente a amnistia ao TJUE, como se em este chamado reino e instituído por Franco não houvesse Parlamento nem TC.

Defender a dignidade das instituições não exclui a crítica às suas resoluções, tanto a perseguição judicial que se faz da esposa do presidente do Governo como para continuar o processo contra Puigdemont ou tratar de invalidar a lei de amnistia com o invento de novos delitos, liberar de responsabilidade à esposa de Aznar pola venda de edifícios municipais a fundos abutre ou a Diaz Ayuso polos mortos nas Residências durante a Covid.

E se baixamos de categoria judicial, a revogação e absolvição do Cuco e sua mãe pola Audiência de Sevilla do delito de falso testemunho, por eles reconhecido (acrescentado dor à família de Marta del Castillo) ou a inoperância na fuga do Yoyas que vivia tranquilamente na sua casa.

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