martes 30/11/21
'As guerrillas galegas ao descuberto'

Cambedo, 1946: Que fazer com a memória silenciada?

Estava-se em dezembro de 1946. Um imenso aparato de forças da GNR, provenientes do Porto, de Vila Real, da Régua e outros locais distantes, agentes da PIDE, da Guarda Fiscal, e soldados da secção de morteiros do Exército Português, cercou uma pequena povoação portuguesa do concelho de Chaves, Cambedo da Raia. Do lado galego, posicionaram-se guardas civis ao longo da linha de fronteira. O alvo era um grupo de ‘maquis’ galegos, refugiado na fronteira portuguesa. A memória pública do bombardeamento foi longamente sufocada e censurada pelas ditaduras ibéricas e também pelas democracias.
Cambedo Adrián Estévez-min
(Foto: Adrián Estévez)
A pós o levantamento de militares galegos em apoio de Franco e dos golpistas, a 20 de julho de 1936, chegaram tempos duros para quem apoiava a República, com fuzilamentos sob a acusação de rebelião, ou idas ao “paseo” o de que não…

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