domingo 25/07/21
A opinión de
Ângelo Cristóvão

Ângelo Cristóvão

Vicepresidente da Academia Galega da Língua Portuguesa e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa.

O haver e o existir

“Há livros que podem ser comprados, lidos com proveito, comentados, discutidos e, contudo, não existem....

Lei Paz-Andrade: tudo por fazer

Costumamos ver em artigos de diversos autores a reivindicação do galego como “lingua propria” conforme é indicado no “Estatuto de Autonomía para Galicia”. Caberia perguntar-se o que isto acarreta em termos semânticos e políticos. 

Largura e comprimento

Na altura histórica em que a crise económica chega a toda a parte, alguma experiência pessoal, mesmo alguma notícia, pode abrir-nos novas expectativas, fazendo abrir os olhos a realidades existentes ao nosso lado. Não necessariamente ao nosso lado físico, porque há formas de proximidade e distanciamento que não podem ser medidas com o sistema métrico decimal.

A posição galega no contexto da língua portuguesa

A recente aprovação da lei 1/2014 de 8 de abril, Lei Para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia, ou Lei Paz-Andrade, pela unanimidade dos deputados do Parlamento Autónomo da Galiza, representa uma mudança significativa na orientação da política linguística e na estratégia global da Comunidade Autónoma galega, que precisa de concretização através de ações do governo e da imprescindível colaboração da sociedade civil.