Opinión

Chema Naia

Na próxima segunda-feira, decorrerá em Compostela um novo julgamento-farsa contra um jovem galego.

Um jovem corunhês de 23 anos, do bairro obreiro dos Castros. Estudante de económicas na USC, trabalhador no ócio noturno e siareiro do Deportivo da Corunha. Como ele se define: um chaval normal. 

A Chema solicitam-lhe quatro anos e meio de prisom e mais de 4.000 euros de multa, acusado falsamente de atentado à autoridade. Os factos remontam a maio de 2017, quando depois do despejo do CSO Escárnio e Maldizer, em Compostela, umha mobilizaçom em solidariedade com o centro social era brutalmente reprimida pola polícia espanhola. Dúzias de pessoas feridas, algumhas de gravidade, mais de 115 pessoas multadas e 9 pessoas detidas é o resumem daquela jornada.  

Chema foi agredido por fardados espanhóis, ficando inconsciente ao início da carga e deitado no chao da praça de Cervantes. Sob insultos e ameaças, despertou na carrinha, passando a noite na esquadra policial.

Mais umha vez, o demofóbico Estado espanhol pretende castigar quem se mobiliza, procurando instaurar o medo ao protesto e à organizaçom política-social. Aconteça o que acontecer no dia 20, Chema já ganhou. Emociona ver a campanha de solidariedade que leva desenvolvendo-se nos últimos meses, atingindo muitissimos apoios e que tivo a sua culminaçom no passado sábado numha importante mobilizaçom na cidade herculina. 

Segunda-feira 20, às 9.30h, estaremos em Fontinhas para acompanhar Chema e deixar claro que nom está só.

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