mércores 03.06.2020

Persistente falsidade

O aniversario da II República Espanhola de 1931, o dia 14 passado, encadeou- se no meu pensamento com a mão cheia de noticias falsas que circulam nos médios de comunicações a traves das redes sociais, com maior facilidade de difusão na atualidade, mas de antiga, muito antiga, tradição, porque a noticia, referente ou historia que se nos oferece da República é de uma falsidade repugnante mantida durante quarenta anos de franquismo e de uma ignorância ou mais bem ocultação intencionada durante os anos transcorridos de esta chamada democracia.

Com todas suas eivas a II República (que não é precisamente a minha pola sua deriva centralista) significou um primeiro passo para igualar (legalmente) a todos os espanholes e reconhezer-lhes direitos como pessoas e como cidadãos, direito ao voto para as mulheres, um grande esforço em educação e a participação da cidadania na eleição dos seus representantes, entre outra serie de conquistas, em evidente contraste com o regime monárquico, derrubado, em que o rei havia sido perjuro com a Constituição, que (erro no que também cairom outros) apoiou ou propiciou um golpe de estado militar, que tivo grandes responsabilidades no desastre de Anual (para tapalas foi um dos motivos do golpe de Primo de Rivera e ainda depois do seu fracasso encarregou outra ditadura ao general Berenguer, responsável igualmente de Anual) e que tinha o pais sumido na miséria e na inseguridade.

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